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Tendo como vice-presidente o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, a Frente Nacional dos Prefeitos – FNP, encaminhou ao presidente Bolsonaro e ao Ministério da Saúde, um ofício pedindo providências imediatas para resolver a escassez de oxigênio envasado e medicamentos para sedação de pacientes intubados.

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De acordo com a FNP as cidades do Norte e Nordeste brasileiro são os que mais apresentam necessidade da reposição desses insumos hospitalares.

“Não é razoável que pessoas, cidadãos brasileiros, sejam levados à desesperadora morte por ‘afogamento’ no seco, ou que sejam amarrados e mantenham a consciência durante o delicado e doloroso processo de intubação e depois na sua longa permanência”, escreve a FNP em sua nota.

A possibilidade da falta de oxigênio em Rondônia foi motivo de uma mobilização no Senado, através do Senador do Amapá, Randolfe Rodrigues, para que o Ministério da Saúde abrisse todos os dados sobre a quantidade de oxigênio armazenada no Estado.

Com o numero de internados que precisam passar pelo processo de intubação em Porto Velho e outros municípios do estado, outro medo surgiu, a possível falta do chamado “kit intubação”, que trata-se de medicamento sedativo.

Em alguns estados do país existem previsão de que não haverá essas medicações em um período de 20 dias a contar dessa quinta-feira (18).

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