Publicidade
SICOOB

O indígena da etnia Tanaru de Rondônia, mas conhecido em vida como o ‘índio do buraco’, foi sepultado, segundo informações, na última sexta-feira, (04). Desde que o corpo foi encontrado no dia 23 de agosto já sem vida e dentro da ‘maloca’ em que vivia, a incerteza pairava sobre qual fim teria os restos mortais do último sobrevivente da etnia Tanaru.

Publicidade

Na época, o corpo, do local foi transladado para Vilhena, e em seguida embarcado num voo da Força Aérea Brasileira (FAB) até Brasília onde passou por exames periciais. De volta a Rondônia, o ‘índio do buraco’ ficou praticamente esquecido nas dependências da Polícia Federal de Vilhena, até que o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação junto a Justiça Federal, exigindo que a Fundação Nacional do índio (Funai) providenciasse o sepultamento que deveria ter ocorrido em outubro. Em resposta, a instituição chegou declarar que “não tinha obrigação legal para sepultar o indígena”.,

 

Porém, o juízo da Justiça Federal replicou afronta do órgão esclarecendo “que a obrigatoriedade da instituição indígena brasileira de “ser responsável a pessoa do indígena, preservando, inclusive a sua cultura”.

Na decisão, também foi estipulado prazo de cinco dias, a contar da data do dia (03 de novembro) para a realização do enterro. O sepultamento do ‘índio do buraco’ aconteceu sob ritos fúnebres indígenas no mesmo local onde viveu seus últimos anos de sua vida.

Publicidade

Você também vai querer ler...

Deixe um comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.