Filiado ao União Brasil, o deputado federal Fernando Máximo, pode migrar ao PL para concorrer a uma das vagas ao Senado. A indicação foi feita pelo pré-candidato a presidente e senador, Flávio Bolsonaro, durante reuniões de sua legenda nesta quarta-feira (25.02.26) em Brasília. O documento foi encontrado após coletiva de imprensa e detalha a articulações nos estados. A imprensa nacional deu destaques sobre o assunto nesta quinta-feira.
No caso específico de Rondônia, a candidatura de Fernando Máximo seria possível diz o documento, se o empresário Bruno Scheid, vice-presidente do PL no estado, não concorrer. Em anotações feitas de caneta, Flávio escreveu “vamos perder”.
Ainda com relação ao Senado, o nome do governador Marcos Rocha aparece como desistente da disputa. Há ainda a citação do senador Marcos Rogério.
Sobre a candidatura do PL ao Governo, o nome único é de Marcos Rogério.
As anotações aparecem ainda:
Amazonas: Maria do Carmo Seffair (PL) para o governo. Capitão Alberto Neto (PL) e Plínio Valério (PL) para o Senado. Há notas sobre a alta desaprovação do atual governador Wilson Lima (União Brasil);
Pará: Delegado Éder Mauro (PL) para o Senado; Acre: Tião Bocalom (PL) e Alan Rick (União Brasil) são os nomes para o governo. Márcio Bittar (PL) e Gladson Camelli (PP) cotados para o Senado;
Rondônia: Marcos Rogério (PL) para o governo e para o Senado; Roraima: Teresa Surita (MDB) para o governo. Mecias de Jesus (Republicanos) para o Senado;
Tocantins: Professora Dorinha (União Brasil) para o governo. Eduardo Gomes (PL) e Carlos Gaguim (União Brasil) para o Senado.






















