Durante entrevista ao jornalista e radialista Arimar Souza de Sá, no programa A Voz do Povo, o pré-candidato ao Governo de Rondônia, Hildon Chaves (UB), afirmou que não votaria no senador Flávio Bolsonaro em uma eventual disputa pela Presidência da República. A declaração, feita de forma direta, rapidamente repercutiu no meio político e chamou atenção pelo peso que carrega em um estado com forte perfil conservador.
Rondônia é hoje um dos principais redutos do eleitorado bolsonarista no país, ocupando posição de destaque entre os estados com maior apoio ao grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesse contexto, a fala de Hildon surge como um movimento sensível, que pode gerar diferentes interpretações entre aliados, lideranças e eleitores que se identificam com esse campo político.
Analistas avaliam que o posicionamento pode impactar a construção eleitoral do pré-candidato, especialmente na disputa por votos mais alinhados ao bolsonarismo. Ao mesmo tempo, a declaração também pode ser vista como uma tentativa de marcar independência política e ampliar diálogo com outros segmentos do eleitorado. O cenário agora passa a ser de observação sobre como essa fala será absorvida dentro da sua base e quais reflexos terá nos próximos passos da pré-campanha.






















