Um apenado que estava sob custódia da Polícia Penal fugiu do Hospital Municipal Dra. Laura Maria Carvalho Braga, localizado no município de Ouro Preto do Oeste, na noite de 23, enquanto recebia atendimento médico na unidade de saúde. De acordo com as informações apuradas sobre o caso, o homem encontrava-se algemado e sob a vigilância de policiais penais no interior do estabelecimento hospitalar quando conseguiu aproveitar um momento de distração para escapar por uma das janelas da sala de observação. Mesmo estando com as mãos presas por algemas, o detento conseguiu se desvencilhar, pulou a estrutura e saiu correndo em direção à rua, tomando rumo ignorado.
A fuga repentina gerou grande movimentação de segurança nas dependências do hospital e nas ruas vizinhas. Logo após a constatação da evasão, equipes da Polícia Penal iniciaram diligências e buscas intensivas pela região central da cidade, contando com o apoio operacional da PM para fechar o cerco. A mobilização rápida das forças de segurança foi determinante para rastrear os passos do fugitivo, que não conseguiu ir muito longe devido à restrição de movimento causada pelas algemas.
Pouco tempo depois de iniciar as buscas, o apenado foi localizado e recapturado no pátio da Escola Adventista, estabelecimento de ensino situado nas proximidades da unidade hospitalar. Conforme os levantamentos preliminares, o homem teria machucado o pé ao saltar a janela do hospital ainda algemado, o que acabou dificultando a sua fuga a pé pela cidade. Após o cerco e a recaptura no pátio escolar, o indivíduo recebeu os devidos cuidados médicos para tratar o ferimento no pé e foi conduzido novamente ao sistema prisional.
As circunstâncias exatas que facilitaram a fuga do detento de dentro da sala de observação do hospital deverão ser apuradas por meio de procedimentos administrativos e investigativos instaurados pelas autoridades competentes. A direção da unidade prisional e os órgãos de segurança pública reforçaram que medidas de controle serão reavaliadas para evitar novas ocorrências semelhantes durante escoltas de presos para atendimento médico na rede pública de saúde.




















