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Uma pesquisa feita em 29 estabelecimentos de Porto Velho indicou que a botija de gás (13 quilos) já é comercializada por até R$ 104 na cidade. O levantamento foi feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entre 7 e 13 de março.

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De acordo com a ANP, o botijão de gás mais barato encontrado na capital custa R$ 90, enquanto o valor máximo é de R$ 104.

Com base na pesquisa, o atual preço médio do botijão de gás está em R$ 96,34 (veja abaixo os valores médio do gás desde março de 2020).

Preço do gás em Porto Velho
Veja quanto custa o gás 13 quilos, em média.
2020-2021
82,2282,22
81,7981,79
81,0181,01
81,3981,39
84,1284,12
84,884,8
87,9687,96
90,5190,51
91,7291,72
96,3496,34
Gás 13 quilos
Março 2020
Abril 2020
Maio 2020
Junho 2020
Julho 2020
Novembro 2020
Dezembro 2020
Janeiro 2021
Fevereiro 2021
Março 2021
80
85
90
95
100
Dezembro 2020
● Gás 13 quilos: 87,96
Fonte: ANP
5° gás mais caro das capitais
Porto Velho segue entre as capitais com o botijão de gás mais caro no país, em relação ao preço médio. O primeiro lugar desse ranking é ocupado pela cidade de Macapá (AP). Veja abaixo:

Macapá: R$ 103,44
Cuiabá: R$ 103,07
Boa Vista: R$ 100,63
Rio Branco: R$ 99,72
Porto Velho: R$ 96,34
A capital rondoniense ocupa esse ranking desde o mês de fevereiro, quando o valor médio do botijão ainda era de R$ 91,72. Em menos de um mês, o valor médio do gás já subiu 5% para o consumidor.

Ajustes em 2021
Em janeiro, a Petrobras anunciou que ia elevar em 6% o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de cozinha. Com o reajuste, o valor praticado pela Petrobras irá a R$ 35,98 por 13kg.

Em nota, a empresa reiterou que desde novembro de 2019 igualou os preços de GLP para os segmentos residencial e industrial/comercial, e que o produto é vendido pela Petrobras às distribuidoras a granel.

A Petrobras afirmou ainda que os preços de GLP praticados por ela tem como referência o valor de paridade de importação, formado pelo valor do produto no mercado internacional, mais os custos que importadores teriam, como frete de navios, taxas portuárias e demais custos internos de transporte para cada ponto de fornecimento, também sendo influenciado pela taxa de câmbio.

Para tentar conter o avanço do preço do gás, o presidente Bolsonaro assinou decreto nesta semana que zera impostos federais sobre o gás de cozinha.

Segundo informações da Petrobras, dados coletados entre 31 de janeiro e 6 de fevereiro deste ano mostram que o preço do gás de cozinha tem a seguinte composição:

47%: custos do próprio gás;
35%: custo de distribuição e revenda;
15%: ICMS, imposto estadual;
3%: impostos federais (PIS/PASEP e Cofins).

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