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Domingo, 05/12/2021

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“Morre hoje”, ameaça de homem que obrigava vítimas a fazer vídeos de sexo

Vítimas eram obrigadas a gravar conteúdos pornográficos e realizar atos sexuais com outros homens sob ameaça

WhatsApp

O jovem de 25 anos, preso por cometer crimes de estupro e extorsão contra duas adolescentes do Distrito Federal, ameaçava as vítimas com mensagens no WhatsApp.

SEM NOÇÃO – Gangue de homens compartilhava pornografia infantil no WhatsApp

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“Vai tomar no cú (sic). Tu morre hoje”, escrevia o homem para as adolescentes. O criminoso acabou preso pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), que cumpriu mandados de prisão temporária, busca e apreensão contra o jovem na manhã desta quinta-feira (4/11).

Sob ameaça, homem obrigava adolescentes a fazer vídeos pornográficos

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Veja as ameaças:

Operação Boca Negra

Operação Boca Negra

Policiais cumprem mandados da Operação Boca Negra

A Operação Boca Negra teve apoio da Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente de Fortaleza, na cidade de Maracanau, no Ceará.

Segundo a investigação, o criminoso aliciava as menores de 18 anos pela internet e oferecia dinheiro em troca de fotos e vídeos íntimos. Com obtenção do material, ele passava a ameaçá-las, dizendo que divulgaria as imagens a familiares e conhecidos caso elas não gravassem mais vídeos pornográficos.

Durante a operação, os investigadores localizaram centenas de arquivos com conteúdo de pedofilia. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) não descarta que tenha mais vítimas na capital federal.

“As adolescentes chegaram a realizar diversos atos sexuais com outros homens sob ameaça do criminoso, que nunca se dava por satisfeito com os materiais enviados. Por fim, após submeter as vítimas a intenso sofrimento sexual e sobretudo psicológico, o envolvido exigiu pagamento em dinheiro para cessar as ameaças”, destacou a delegada-chefe da DPCA, Simone Maria Silva.

Segundo a polícia, o acusado se utilizava de um perfil no Instagram com o nome “Gabriel Lucas”. Por meio desse perfil, realizou o contato inicial com as vítimas, que, posteriormente, se comunicavam com ele por meio do aplicativo de mensagens.

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Por Metrópoles

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