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Quarta-feira, 25/05/2022

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Mãe alerta para perigo “invisível” em casa após perder filho de 1 ano

Uma simples brincadeira de esconde-esconde com o irmão mais velho em casa acabou em tragédia para o pequeno Kane, de um ano

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Um simples brincadeira em casa acabou em tragédia na cidade de Manchester, na Inglaterra, no último dia 28 de janeiro. O pequeno Kane Davidson, de 1 ano, brincava de esconde-esconde com o irmão mais velho quando se enforcou em um cordão de cortina e acabou não resistindo ao tempo que ficou sufocado.

Inofensiva, a cortina não parecia oferecer perigo a ninguém, porém, foi fatal para o pequeno. “Eu fiquei em choque. Ainda estou”, disse Natasha Odgen, mãe do bebê, ao jornal Manchester Evening News. O objeto que tirou a vida de Kane foi a corda que fica pendurada na cortina com o intuito de abrir e fechá-la. “Eu não fazia ideia de que poderia ser perigoso”, lamenta.

A mãe pede atenção aos pais sobre os perigos “invisíveis” em casa e salienta a velocidade com que as coisas acontecem. “Ele estava brincando com seu irmão [Callum, que é autista e não fala] e eu fui ao banheiro por alguns minutos. Quando voltei, perguntei ao pai dele: ‘Cadê o Kane?’ e ele disse que estava brincando com Callum. Fui procurá-lo e não achei”, contou ela ao jornal.

“Ele era arteiro e sempre dava para escutá-lo, porque ele era muito barulhento. Foi aí que vi o reflexo dele na janela do quarto da frente. Pensei que ele estava brincando de esconde-esconde, mas eu movi a cortina e… Ele não estava brincando”, lembra.

Natasha ainda tentou socorrer o filho e chegou a pedir ajuda dos vizinhos, que fizeram manobras para tentar salvar o garoto que não respirava. Ele foi levado para o hospital e colocado em coma. Depois de um tempo, os médicos disseram que iam tirar Kane da sedação para ver como ele reagia.

“Ele não conseguia abrir os olhos ou se mover. A ressonância mostrou que ele estava quase com morte cerebral. Não tinha mais chance”, conta Natasha. Como não havia mais o que ser feito, ela e o pai do garoto decidiram desligar as máquinas que o mantinham vivo.

“A vida não é mais a mesma. Tem um vazio. Ele faria dois anos em março. Tenho que ser forte pelo meu outro garotinho. Não posso nem perguntar a ele como ele está se sentindo; ele só fica olhando fotos de Kane – e ele, geralmente, não olha para nada”, completa.

Ainda muito abalada, a mulher mora com a mãe atualmente e disse ao jornal que nunca mais irá voltar ao local do trágico acidente.

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Por Metrópoles

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