
ELEIÇÕES
As eleições em Rondônia quase sempre reservam surpresas. É comum nomes tradicionais derrotados ou nomes improváveis eleitos.
SERÁ?
E neste ano, será que teremos surpresas? Quem dos tradicionais pode cair do cavalo? Quem dentre os improváveis poderá se dar bem?
SENADO
Se no Governo o cenário é de incertezas acerca do número de candidatos, pelas indecisões dos pretendentes, para o Senado a coisa parece estar mais ajustada.
SÍLVIA CRISTINA
Quem primeiro pôs o bloco na rua foi a deputada federal Sílvia Cristina. Desde o ano passado que ela não esconde de ninguém que irá disputar uma das duas vagas do Senado.
SÍLVIA CRISTINA 2
O que para alguns poderia ser um balão de ensaio, se mostrou uma decisão tomada. Ela vai mesmo enfrentar a dura disputa ao Senado.
SÍLVIA CRISTINA 3
Ela percorre municípios, fecha apoios com lideranças e aparece bem pontuada em todas as pesquisas feitas até agora. É um nome consolidado na disputa!
BRUNO SCHEID
Outro que já se coloca como pré-candidato ao Senado é o pecuarista Bruno Scheid, figura ligada à família Bolsonaro e que recebeu do agora presidiário Jair Bolsonaro, a unção para disputar uma das vagas.
BRUNO SCHEID 2
Resta saber se ele vai conseguir registrar uma candidatura. Em 2022 ele se apresentou como pré-candidato a deputado federal, mas não dispunha das certidões exigidas pela justiça eleitoral…
BRUNO SCHEID 3
Ele aposta que a mera unção de Bolsonaro, será suficiente para elegê-lo senador. É esperar pra ver…
MARCOS ROCHA
O governador Marcos Rocha, inclusive, é o nome do grande ungido por Bolsonaro, nas eleições de 2018. Foi a onda do bolsonarismo que levou o coronel ao CPA.
MARCOS ROCHA 2
Mas, Rocha teria anunciado ao seu secretariado a intenção de permanecer no cargo e não mais se desimcompatibilizar, para disputar o Senado.
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Brigado com o vice-governador Sérgio Gonçalves, ele não se sente seguro para a disputa, pois eleição sem apoio do Bolsonaro e sem a força da máquina, transformam ele em mero coadjuvante.
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Caso fique mesmo de fora da disputa, será o primeiro governador reeleito em Rondônia a desistir de tentar o Senado.
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Sem o Rocha, o cenário se afunila ainda mais e a disputa pelas duas cadeiras senatorias promete muita rivalidade.
FERNANDO MÁXIMO
O deputado federal Fernando Máximo é outro apontado como favorito ao Senado. Em tese, por ser o mesmo nicho eleitoral, a desistência do Rocha poderá ajudá-lo.
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Com sua inseparável touca, ele tem gastado sola de sapato e gravado vídeos sem parar. Seu discurso para agradar os bolsonaristas com direito à ida aos Estados Unidos para ver pela TV a posse do Donadl Trump, são algumas de suas credenciais.
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Mas, Máximo ainda está meio cismado desde que ensaiou uma candidatura a prefeito da capital, mas teve o tapete puxado. Ele acredita no Marcos Rogério e na promessa de que o PL será a sua nova casa?
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Mesmo com as incertezas, ele é um dos nomes mais lembrados nas pesquisas feitas até então.
CONFÚCIO MOURA
O senador Confúcio Moura, a mais felpuda das raposas políticas de Rondônia, deve mesmo tentar a reeleição.
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Com apoio do PT e da esquerda, ele aposta ainda no voto mais pragmático e de parte do seu eleitor fiel, que o segue há décadas.
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Ele aposta ainda que o Acir Gurgacz, que também quer ser candidato ao Senado, com apoio do PT e da esquerda, está inelegível e não irá atrapalhá-lo.
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Quem entende de política sabe que Confúcio é um hábil estrategista e sabe fazer a leitura das pesquisas e do cenário político. Sendo ungido pela esquerda, suas chances de reeleição aumentam.
ACIR GURGACZ
Acir Gurgacz corre por fora. Para muitos, ele está inelegível, mas o ex-senador aposta que sua ficha estará limpa ainda neste primeiro semestre.
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Se estiver mesmo limpa, ele volta ao jogo político e já tem o primeiro embate: disputar com Confúcio o voto da esquerda e dos, digamos, moderados.
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Apesar dessa disputa interna, como são dois votos, tudo ainda é possível. Até juntar Acir e Confúcio numa só aliança. E esperar para ver.
MARIANA CARVALHO
Derrotada nas duas últimas eleições que disputou – Senado em 2022 e prefeitura em 2024, Mariana Carvalho também poderia novamente se aventurar ao Senado.
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Acumulando muitos reveses, ela está encolhendo politicamente e deve analisar bem qual cargo irá disputar.
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Se não for ao Senado, restaria uma indicação de vice, sair a deputada federal no lugar do irmão, Maurício Carvalho, ou a estadual, opção mais improvável.
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Então para Mariana, ou corrige a rota e escolhe bem, ou será a terceira derrota seguida e poderá enterrar precocemente sua carreira política, que começou cedo.
DELEGADO CAMARGO
Fechando o leque dos principais nomes que poderão figurar na disputa ao Senado, o deputado estadual Rodrigo Camargo já botou o bloco na rua e está fazendo barulho.
DELEGADO CAMARGO 2
Ele aposta numa campanha de redes sociais, com muito discurso e polêmicas, além de tentar passar a mensagem de conservador, bolsonarista e anti-Lula e PT.
DELEGADO CAMARGO 3
Afeito à polêmica, ele tende a ser o que trará um clima de beligerância na campanha. Aliás, o alvo principal dele é o governador Marcos Rocha, que sequer deverá se candidatar ao Senado.
PRÉ-CAMPANHA
Quem se sobressair melhor na pré-campanha, chegará para o período eleitoral com uma vantagem importante. São 45 dias de campanha efetiva, num estado enorme para percorrer.
PRÉ-CAMPANHA 2
Quem usar melhor a pré-campanha, colocando seu nome “na boca do povo”, pode abocanhar a vaga ao Senado!





















