Segundo o delegado Antonio Carlos Ractz, Miguel era obrigado a copiar frases como “eu sou um idiota”, “não mereço a mamãe que eu tenho”, “eu sou ladrão, “eu sou ruim” e “eu sou um filho horrível”.
Crime ocorreu no dia 24 de julho em uma casa de eventos de Porto Velho; um suspeito está preso. Delegacia ainda aguarda o resultado de exames balísticos.
O esclarecimento da autoria contou com o fundamental apoio da Polícia Militar, que ao terem acesso às imagens, reconheceu os infratores, que eram conhecidos no mundo do crime, por suspeita de praticarem roubos.
Como resultado, além da multa civil e a proibição de contratar com o poder público, a decisão agravou a pena, determinando a perda da função pública, acatando parcialmente o recurso do Estado de Rondônia.