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Disputa pelo Governo entra em fase de ataques e tensão cresce nos bastidores

O movimento também alcança o ex-senador Expedito Júnior, apontado como articulador do acordo que levou o grupo de Rocha ao PSD.

O clima eleitoral em Rondônia começa a mudar de temperatura. Mesmo antes do período oficial de campanha, os movimentos nos bastidores já indicam que a corrida pelo Palácio Rio Madeira/CPA será marcada por confrontos intensos — principalmente nas redes sociais.

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Apontado como possível líder na disputa, o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, passou a enfrentar críticas mais duras. Depois de longo período com forte exposição positiva, impulsionado pelos índices de qualidade de vida atribuídos ao município, Fúria agora se vê no centro de questionamentos que vão desde decisões administrativas até problemas que extrapolam a gestão municipal, incluindo temas ligados à concessionária de energia do Estado. O recado dos bastidores é claro: o nível de cobrança deve aumentar.

No entorno do governo estadual, a pressão também já começou. Embora não esteja na disputa direta, o governador Marcos Rocha é visto como peça-chave nas articulações políticas que podem sustentar alianças estratégicas. Com isso, ele e integrantes do primeiro escalão, especialmente os secretários com maior visibilidade pública, entraram na mira de críticas antecipadas.

O movimento também alcança o ex-senador Expedito Júnior, apontado como articulador do acordo que levou o grupo de Rocha ao PSD. Os primeiros ataques já circulam em ambientes digitais e grupos políticos, sinalizando que a disputa não será apenas entre pré-candidatos, mas também entre seus padrinhos e apoiadores.

Até aqui, o senador Marcos Rogério, nome do PL ao Governo, tem sido menos atingido, embora não esteja totalmente imune às críticas virtuais. Já a deputada Sílvia Cristina foi alvo de ataques pessoais relacionados à sua orientação sexual — um episódio lamentável que expõe o lado mais sombrio da polarização política. Outros nomes considerados competitivos, como Fernando Máximo e Acir Gurgacz, ainda enfrentam críticas pontuais, mas em menor intensidade.

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Se o cenário já mostra tensão antes do início oficial da campanha, a tendência é de que o embate se intensifique conforme alianças forem consolidadas e as candidaturas ganharem forma definitiva. Rondônia caminha para uma eleição que promete ser marcada não apenas por propostas, mas também por narrativas agressivas e disputas digitais cada vez mais acirradas.

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Grupo Marquise - EcoRondônia

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