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ESCÂNDALO – Para o MP, diretor do DER trilhou o caminho árido da corrupção


Postado em 23/01/2018 às 14h11min

ESCÂNDALO – Para o MP, diretor do DER trilhou o caminho árido da corrupção

Porto Velho, RO – O escândalo dos trinta milhões protagonizados pelo DER-RO, continua objeto de discussão entre parlamentares estaduais mesmo no período do recesso.

A denúncia feita pelo deputado estadual Hermínio Coelho mereceu atenção do Ministério Público que, através do promotor Geraldo Henrique, disse: “A fim de proteger seus instintos pecaminosos, o diretor do DER firmou através da Justiça Arbitral de Ji-Paraná, firmou acordo longe da transparência exigida pelos atos da Administração Pública, garantindo a gastança financiada pelo Governo do Estado, ou melhor, pelos cidadãos de Rondônia, em parcelas generosas e milionárias. Não fosse a intervenção ministerial e do Judiciário, a sangria teria se concretizado completamente”.


“Trama ardilosa para roubar dinheiro público”, definiu Geraldo Henrique, promotor

Como 2018 é um ano corre-corre, de eleições, a população precisa pressionar o Poder no intuito de que a CPI não se torne um circo, espetáculo para impulsionar figuras ao patamar de heróis dos discursos e publicações, mas sem resultados práticos.

Veja um trecho da denúncia do Promotor Geraldo Henrique:


Trecho emblemático da denúncia do MP/RO

Supressão de documentos e intimidação de servidores

Servidores públicos teriam sido intimidados, e o trabalho do MP/RO fora, segundo a Promotoria, cerceado por engendrações maquiavélicas dos supostos responsáveis, incluindo o “desaparecimento” repentino de documentos imprescindíveis aos desdobramentos das investigações.


Servidores do DER/RO teriam sido intimidados e documentos “sumiram”


Além da esfera cível, crimes serão apurados no caso envolvendo os mesmos fatos

Independentemente do que ocorrer daqui para frente, o rondoniense está, mais uma vez, diante de um panorama pitoresco de corrupção, semelhante aos vivenciados pelo Estado na época de operações como a Dominó. Porém, em vez de o Legislativo figurar como vilão, assume o Executivo no lugar maculadíssimo do antagonista.

fonte: Assessoria



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