Exonerado
O prefeito Hildon Chaves (PSDB) promoveu mais uma troca em seu primeiro escalão, dessa vez exonerou o secretário adjunto de educação, Adson Kleber Santos Muniz. A publicação foi promovida no Diário Oficial desta última quarta-feira (18), porém, no mesma edição, o ex-adjunto da educação foi nomeado em outro cargo dentro da secretaria, ainda não se saber quem assumira o seu posto.
Costume
Demissões no primeiro escalão se tornou uma rotina dentro da gestão Hildon Chaves, apenas no seu primeiro ano à frente da prefeitura de Porto Velho ele trocou quase um secretário por mês, teve chefe de pasta que não chegou a ficar um mês no posto, fator que prejudica ainda mais a já conturbada gestão de Chaves.
Arrocho
E segue as medidas de aperto ao contribuinte em Porto Velho, dessa vez a Secretaria Municipal de Trânsito – SEMTRAN, publicou no DIOF a autuação de mais de 400 veículos flagrados em situação indevida pelos agentes de trânsito espalhados nas ruas da cidade. A maior reclamação da comunidade é que na maioria das vezes esses profissionais que fundamentalmente deveriam auxiliar os motoristas, dedicam a maior parte do tempo à multar os motoristas.
Cartilha
Os motoristas notificados poderão ter a cobrança promovida de forma judicial, esse procedimento faz parte do pacote regido pela cartilha do partido de Hildon Chaves, o PSDB. Um exemplo negativação na justiça dos contribuintes que devem o IPTU, muita gente entrou em pânico ao saber que poderia se destituída de seus bens em decorrência de grandes dividas acumuladas ao longo dos anos.
Cassol
O Senador e pré-candidato ao governo de Rondônia, Ivo Cassol (PP), mostrou que não está de brincadeira e certamente será o personagem central dos debates entre os pleiteantes ao cargo. Cassol denunciou Confúcio Moura de irresponsavelmente ter assumido uma divida de mais de R$ 7 bilhões do extinto BERON, durante reunião da Comissão de Agricultura do Senado, Cassol chegou a afirmar que todos da gestão Confúcio deveriam ser presos.
Mudou
Até então navegando em águas calmas rumo à uma cadeira no Senado, Confúcio está vendo sua campanha ficar seriamente comprometida com uma série de denuncias e ações na Justiça envolvendo seu nome, a situação se potencializou com sua saída da cadeira de governador, a popularidade do ex-governador começa a despencar e caso não comece um trabalho de gerenciamento de crise poderá dar adeus à sua eleição.
Vale lembrar
Confúcio Moura foi reeleito no ano de 2014 em uma campanha repleta de baixarias e troca de ofensas entre os candidatos, até o pescoço com denuncias de corrupção, o ex-governador montou uma mega estrutura ao redor de seu nome, isso com investimentos que até os dias de hoje vem sendo investigados pelas autoridades. Em 2018 a expectativa é de que a campanha de Confúcio continue com o mesmo padrão milionário.
Na espreita
Há cada denuncia contra Confúcio, quem se favorece é Valdir Raupp (PMDB), que sabe que muito dificilmente sua legenda irá preencher as duas cadeiras ao Senado. Raupp precisa desesperadamente da reeleição, caso contrário, perde o foro privilegiado e cai nos braços do juiz Sérgio Moro e da operação Lava Jato.
A coluna
João Paulo Prudêncio é jornalista e editor de política do jornal JH Notícias. Informações e sugestões de pauta através dos telefones (69) 99230-0591 ou (68) 99217-1709 ou no e-mail joaoprudencio65@gmail.com
Fonte: JH Notícias





















