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PERSISTÊNCIA – Hildon Chaves não desiste do sonho de expurgar CAERD de Porto Velho

Hildon foi até São Paulo buscar parcerias na Bolsa de Valores
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O ano era 2016, os munícipes de Porto Velho ouviam pela primeira vez um candidato à prefeitura falar sobre Parceria Público Privada, ou PPP. A inovadora proposta vinha do estreante político, Hildon Chaves, que garantia conseguir transformar a realidade do precário saneamento básico da capital rondoniense através da PPP.

Fenômeno eleitoral, Chaves venceu a eleição e no dia 01 de janeiro de 2017 assumiu o comando do Poder Executivo portovelhense e uma de suas primeiras iniciativas foi colocar em execução a instalação da PPP.

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Em tese, a PPP é uma espécie de concessão de serviço fundamentalmente público por um longo período de tempo à um ente privado, promovendo um acordo financeiro com a prefeitura e dando um salto qualidade no serviço disponibilizado. Na prática, a malfadada CAERD sairia de cena em Porto Velho para que uma empresa privada assume o controle do saneamento da cidade.

Porém, o pesado jogo de interesses e influencias travaram por mais de cinco anos o sonho de Hildon Chaves em ser o prefeito que vai tirar Porto Velho das piores capitais brasileiras quando o assunto é saneamento básico.

Persistência

Na última semana, Hildon Chaves e sua equipe do primeiro escalão foi até a Bolsa de Valores de São Paulo para participar da maior conferência sobre PPPs e Concessões do país, mostrando que segue persistente no sonho de tirar a CAERD de cena da capital rondoniense e implantar a PPP de uma vez por todas.

“Tivemos a oportunidade de interagir com os principais leigos do Brasil na questão do serviço básico. Nosso objetivo principal é divulgar ainda mais a nossa capital, principalmente esse projeto que é o mais importante da história de Porto Velho, é a nossa questão da água e do esgoto, eu tenho certeza que conseguimos passar nossa mensagem de forma muito efetiva”, disse Hildon Chaves.

A expectativa é de que caso implantada, a PPP gire em torno de uma movimentação financeira de até R$ 3 bilhões para os serviços de infraestrutura necessários para o abastecimento de água e serviço esgoto na capital de Estado.

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