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Da saúde ao licenciamento, sistemas desenvolvidos pela Prefeitura otimizam serviços prestados à população

Ferramentas e páginas virtuais foram desenvolvidas pela SMTI
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Tendo a tecnologia como aliada na melhoria dos serviços públicos, a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Superintendência Municipal de Tecnologia da Informação, Comunicação e Pesquisa (SMTI), tem se destacado na elaboração e aperfeiçoamento de sistemas utilizados pela população e servidores do município.

Ao todo, 39 sistemas têm desenvolvimento próprio, enquanto 23 estão em desenvolvimento, além de softwares cedidos por órgãos parceiros e aperfeiçoados pelo município.

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Para o titular da SMTI, Saulo Nascimento, a proposta da atual gestão, de tornar a tecnologia uma aliada na melhoria dos serviços públicos, já está sendo reconhecida.

“Desde o início dos trabalhos, o prefeito Hildon Chaves demandou um grande empenho para a reestruturação e aperfeiçoamento da SMTI. O resultado é dezenas de sistemas já finalizados e outros em desenvolvimento que prometem otimizar, ainda mais, os serviços que a Prefeitura presta à população. Nesse caminho, destacamos o amplo investimento do município e, claro, o papel dos servidores da pasta”, destaca o superintendente.

Saulo Nascimento diz que a tecnologia aliada à melhoria dos serviços já é reconhecida
Saulo Nascimento diz que a tecnologia aliada à melhoria dos serviços já é reconhecida

São ferramentas como o ePMPV (antigo e-TCDF) que permite o controle das transações vinculadas a processos e documentos com processamento eletrônico.

“Esse sistema foi desenvolvido pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) e cedido gratuitamente ao município de Porto Velho. Desde então, a SMTI vem implantando melhorias e corrigindo bugs do projeto original para que a ferramenta se adéque à realidade da Prefeitura”, explica Francisco Emilson Rabelo, diretor do Departamento de Desenvolvimento de Sistemas.

SAÚDE

A tecnologia também tem se mostrado uma aliada nos serviços de saúde, como o “UPA em Números”, um sistema de dados abertos das Unidades de Pronto Atendimento da capital; o “Sistema Gerenciador de Jornada de Trabalho (SGTJ)”, que permite a consulta a escalas de servidores, bem como o “ePonto”, um sistema para controle do ponto eletrônico dos servidores.

Já o “Fila SUS”, permite a gestão da fila de espera para a realização de procedimentos eletivos ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no município. Por meio do número do Cartão Nacional de Saúde (CNS), o paciente pode consultar a relação de espera por um procedimento.

Portal de Serviços passou a contar com interface integrada e ajustável
Portal de Serviços passou a contar com interface integrada e ajustável

Outro sistema de desenvolvimento próprio e que está, atualmente, em fase de homologação é o “e-Saúde”, que permite a gestão para pronto atendimento e UPAs, permitindo acompanhamento do fluxo do início ao fim do paciente na unidade. “Aqui, todo o fluxo de entrada até a saída do paciente será feito de forma eletrônica, minimizando falhas e permitindo celeridade no atendimento”, explica o diretor do Departamento de Desenvolvimento de Sistemas.

OUTRAS CONTRIBUIÇÕES

Além da saúde, outras áreas e secretarias do município tiveram o dia a dia otimizado pelo desenvolvimento de sistemas. A mais recente contribuição é o novo Portal de Serviços da Prefeitura. O site agora conta com uma interface integrada e ajustável, onde o cidadão e órgãos de controle externo podem acessar informações como a estrutura organizacional, contratos, endereços e agenda da alta administração em tempo real e de forma integrada.

Outra ferramenta, também com desenvolvimento próprio da SMTI, é o Sistema de Licenciamento Integrado que abrange todas as secretarias do município que necessitam de emissão de licenciamento, como a Sema, Semur, Semtran, Semfaz, entre outras.

Por fim, um dos sistemas mais aguardados encontra-se nas últimas fases de desenvolvimento, trata-se do Sistema de Controle de Zoonoses e Proteção de Animais (Siapet). A futura ferramenta vai ter como objetivo o controle de animais em situação de rua, com o chipamento desses animais, bem como o controle de Organizações Não Governamentais (ONGs) ligadas à causa e cuidadores de animais.

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