Cerca de 50 trabalhadores da empresa Amazonbio, pertencente ao Grupo BBF, responsável pelas Unidades Termoelétricas (UTEs) que atendem os distritos do Baixo Madeira, em Porto Velho, denunciam uma série de irregularidades trabalhistas que estariam ocorrendo desde o fim de 2025.
De acordo com os relatos, a categoria enfrenta atrasos frequentes no pagamento de salários, além de valores considerados incorretos nos depósitos e pendências relacionadas a quinzenas que não teriam sido quitadas. A situação, segundo os trabalhadores, tem gerado insegurança financeira e dificuldades no cumprimento de compromissos básicos.
Os profissionais atuam diretamente na operação das unidades termoelétricas que garantem o fornecimento de energia elétrica para comunidades isoladas da região do Baixo Madeira, o que torna o serviço essencial para milhares de moradores. Ainda assim, afirmam que as condições trabalhistas não estariam sendo respeitadas conforme o previsto em contrato.
Os trabalhadores relatam que já buscaram diálogo com a empresa para a regularização dos pagamentos, mas, até o momento, não houve solução definitiva para os problemas apresentados. A categoria também não descarta a possibilidade de acionar órgãos de fiscalização e até mesmo a Justiça do Trabalho, caso a situação persista.
A reportagem deixa espaço aberto para manifestação da Amazonbio e do Grupo BBF, caso queiram apresentar esclarecimentos sobre as denúncias.
Enquanto isso, a preocupação dos trabalhadores aumenta diante da continuidade das irregularidades, especialmente considerando a importância estratégica das atividades desempenhadas nas UTEs que abastecem a região.























