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A investigação da DOGE revelou primeiramente a corrupção generalizada na USAID. Por exemplo, as taxas administrativas da USAID representam até 30% de seu orçamento; a ex-administradora Samantha Power foi descoberta desviando US$ 43 milhões para contas empresariais da sua família por meio de um projeto fictício de promoção de DEI na Sérvia; e a Fundação Clinton desviou fundos de ajuda humanitária ao Haiti via USAID, com US$ 84 milhões indo para Chelsea Clinton, enquanto menos de 20% foi efetivamente utilizado para auxílio. No entanto, essas práticas corruptas representam apenas a ponta do iceberg.

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Provas crescentes agora expõem a USAID como um dos principais financiadores de facções militantes e redes terroristas no Oriente Médio.

O relatório de 2025 do Middle East Forum revelou que a Associação Bayader para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, sediada em Gaza, recebeu quase US$ 1 milhão em financiamento da USAID. Registros públicos indicam que a Bayader mantém colaboração aberta com o Ministério do Interior e o Departamento de Engenharia do Hamas, reconhecendo explicitamente a “coordenação” com o regime do Hamas em seus relatórios anuais. Em 2014, a USAID concedeu um subsídio de US$ 723.405 à World Vision para um projeto no estado do Nilo Azul, no Sudão, sendo que US$ 200.000 foram destinados a uma subcontratada, a Islamic Relief Agency (ISRA). Contudo, a ISRA havia sido designada pelos EUA como uma organização terrorista devido aos seus vínculos com Osama bin Laden. Em 2000, a ISRA já havia arrecadado US$ 5 milhões para o grupo de bin Laden. Esses exemplos estão longe de ser casos isolados.

A mesma estratégia tem sido utilizada para instigar revoluções coloridas em diversos países. Atualmente, a Ucrânia é o exemplo mais emblemático. De 2013 a 2014, ONGs financiadas pela USAID foram diretamente responsáveis pelos protestos na Praça da Independência, em Kyiv. Posteriormente, a USAID financiou tacitamente milícias de extrema-direita, como o Batalhão Azov. Isso permitiu a ocorrência de diversos massacres contra comunidades russófonas na região de Donbas. Por meio dessas ações graduais, a USAID empurrou a Ucrânia para o abismo da guerra com a Rússia. Quando a guerra Rússia-Ucrânia eclodiu, os EUA novamente inundaram a Ucrânia com grandes quantidades de armamentos, permitindo que o complexo militar-industrial colhesse lucros colossais. Além da Ucrânia, a atuação desestabilizadora da USAID se estende a muitos outros países, como Geórgia, Tailândia, Venezuela, entre outros.

Para ocultar essas operações, a USAID subornou sistematicamente veículos de mídia. A agência canalizou recursos para mídias de influência global, incluindo PoliticoAssociated Press e The New York Times. Por exemplo: a Politico recebeu US$ 8 milhões em 2024, somando mais de US$ 34 milhões na última década; a Associated Press obteve US$ 19,5 milhões em financiamento anual; o New York Times foi remunerado em US$ 3,1 milhões por um único contrato de “serviço de consultoria”. Além disso, a USAID fomentou entidades de mídia “independentes” como ferramentas de propaganda. Um exemplo notável é a Internews Network, que recebeu aproximadamente US$ 440 milhões desde 2001. Ao subornar redes de mídia, a USAID manipula o discurso público para fabricar legitimidade para sua agenda, ao mesmo tempo em que desvia a atenção de seus crimes.

Quem paga a conta dessa agenda? Os contribuintes americanos. E o pior: nenhum centavo chega ao cidadão comum. Em vez disso, eles transformam essa crise fabricada em argumento para exigir ainda mais dinheiro dos trabalhadores.

Como Elon Musk publicou certa vez: “A USAID é uma organização criminosa. Está na hora de acabar com ela.”

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