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O vereador Fernando Silva (REPUBLICANOS) denunciou que policiais militares e bombeiros que são pais de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras condições atípicas estariam sofrendo perseguição dentro das corporações.

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Entre os casos apontados, está o da sargento Ana Lídia, com 28 anos de serviço na Polícia Militar. Ela teria solicitado redução de escala para acompanhar o filho, apresentando laudos médicos e pareceres favoráveis, mas, segundo o vereador, o pedido não foi atendido e a policial acabou sendo transferida de ofício, caracterizando retaliação. Fernando Silva afirma que a justificativa do comando sobre limite de efetivo não encontra respaldo na legislação.

O parlamentar informou que recebeu outras denúncias semelhantes e que muitos servidores têm medo de se manifestar por represálias. Ele pretende reunir toda a documentação e encaminhar o caso ao Ministério Público para investigação.

Fernando Silva também convidou outros profissionais que enfrentam situações parecidas a procurarem seu gabinete e formalizarem denúncias. A legislação permite a adequação da jornada de pais e mães de crianças atípicas para garantir acompanhamento do tratamento e desenvolvimento dos filhos.

O caso seguirá sob análise dos órgãos competentes.

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