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NA CAPITAL – Advogados do SINTERO devem ganhar R$ 3 milhões em ação que “limou” abono dos professores

Segundo o parlamentar, o escritório de advocacia que presta serviços ao SINTERO deverá receber aproximadamente R$ 3 milhões em honorários advocatícios, em decorrência do acordo judicial firmado para viabilizar o pagamento do retroativo.

Uma revelação feita pelo vereador Marcos Combate (AGIR) trouxe novos elementos ao debate envolvendo o pagamento do retroativo do piso nacional do magistério aos professores da rede municipal de Porto Velho. Segundo o parlamentar, o escritório de advocacia que presta serviços ao SINTERO deverá receber aproximadamente R$ 3 milhões em honorários advocatícios, em decorrência do acordo judicial firmado para viabilizar o pagamento do retroativo.

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Conforme já havia sido divulgado pelo JH Notícias, o abono natalino dos professores da rede municipal acabou comprometido justamente por conta desse acordo. Isso porque o sindicato não abriu mão da ação judicial, o que inviabilizou o rateio do FUNDEB aos profissionais da educação neste final de ano.

De acordo com informações apuradas, caso o abono fosse pago diretamente aos professores, nenhum valor seria destinado ao sindicato ou ao escritório de advocacia, sendo o montante depositado integralmente nas contas dos servidores. No entanto, com a opção pelo pagamento do retroativo via acordo judicial, o cenário muda completamente.

Nesse modelo, incidem descontos significativos, tanto para o pagamento dos honorários advocatícios quanto para cobrir custos administrativos do sindicato, reduzindo o valor líquido que chega aos professores.

A situação tem gerado forte insatisfação dentro da categoria, que vê no episódio mais um fator de desgaste da imagem do SINTERO. Para muitos servidores, a condução do processo demonstra que o sindicato estaria priorizando o lucro institucional e jurídico, em detrimento de uma alternativa que garantiria dinheiro imediato e integral aos profissionais da educação.

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O caso amplia o debate sobre a atuação sindical e levanta questionamentos entre os professores sobre quem, de fato, saiu ganhando com o acordo firmado.

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Grupo Marquise - EcoRondônia

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