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O início de 2026 vem chamando atenção pelo aumento no número de empreendedores insatisfeitos com os serviços prestados pela Junta Comercial de Rondônia (JUCER), órgão considerado vital para o funcionamento da atividade empresarial dentro da engrenagem do aparato estatal.

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De acordo com esses empreendedores, a JUCER vem apresentando uma insuportável lentidão na prestação de serviços básicos, como alterações de pessoa jurídica e novos registros. A situação acaba travando a emissão de notas fiscais, gerando transtornos e prejuízos não apenas aos empresários, mas também ao Estado de maneira geral.

Ainda segundo esses cidadãos, indignados com o que classificam como mau serviço, os atendimentos digitais até existem, porém, em grande parte, são burocráticos, complexos e não funcionam de forma plena. Isso acaba forçando a busca pelo atendimento presencial, o que agrava ainda mais o problema.

Vale destacar que informações oficiais divulgadas ao longo de 2025 apontavam para um suposto sucesso nas atividades da JUCER, cenário que agora vem sendo confrontado por queixas recorrentes e crescentes por parte dos usuários do sistema.

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Grupo Marquise - EcoRondônia
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