Agora é oficial. Passado o Carnaval e vencidas as etapas legais e burocráticas, o governador Marcos Rocha assumiu o comando do Diretório Regional do PSD em Rondônia. A direção é provisória, mas tem validade até 31 de maio de 2027, cinco meses depois de ele deixar o Governo do Estado.
A primeira-dama, Luana Rocha, também passa a ter papel de destaque: ela assume o PSD Mulher no Estado.
A formalização só aconteceu agora, mas a movimentação já vinha ocorrendo há semanas. Nos bastidores, Rocha já coordenava o partido, tomava decisões e articulava adesões. A caneta apenas confirmou o que, na prática, já estava acontecendo.
Entre os nomes que já estariam alinhados com o PSD está o ex-prefeito de Ji-Paraná e ex-deputado Jesualdo Pires, considerado uma das peças importantes do tabuleiro para a disputa eleitoral. A entrada dele teria sido construída diretamente pelo governador.
Para a Câmara Federal, o partido já trabalha com nomes fortes: a primeira-dama de Cacoal, Joliane Fúria; o ex-presidente do PSD e liderança histórica no Estado, Expedito Júnior; e a ex-deputada Jaqueline Cassol. As conversas também avançam com o deputado federal Thiago Flores.
Nos bastidores, comenta-se que o PSD deve fechar com Sílvia Cristina para uma das vagas ao Senado. O segundo nome ainda está indefinido, assim como não há confirmação se o partido apoiará apenas uma candidatura ou abrirá espaço para outra composição.
O fato é que Marcos Rocha agora tem o PSD oficialmente sob seu comando e começa a montar sua base com antecedência. A movimentação é clara: organizar o partido, fortalecer nomes e chegar competitivo em 2026.
Nos próximos dias, novos anúncios devem confirmar que o PSD entrou de vez na disputa.






















