REVIRAVOLTA – Imagens apagadas, celular desaparecido e casa revirada ampliam dúvidas sobre morte de policial penal em Machadinho do Oeste – VEJA IMAGENS

O telefone, que poderia conter registros importantes daquele momento, não foi localizado após a operação.

Novos elementos surgem no caso da morte do policial penal Fabrício Borges, ocorrida durante uma operação policial em Machadinho do Oeste, e aumentam ainda mais os questionamentos sobre o que realmente aconteceu dentro da residência no momento da ação.

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Imagens de uma câmera de segurança instalada na casa mostram que Fabrício ainda estava vivo às 17h37 do dia 10 de março. Nos registros é possível ver o policial penal circulando pela residência minutos antes da intervenção policial.

O que chama atenção é que as gravações da câmera desaparecem justamente a partir do momento da ação policial. As imagens anteriores permanecem registradas normalmente, mas o trecho que poderia mostrar o que ocorreu durante a operação simplesmente foi excluído.

Além disso, a própria câmera de segurança teria sido levada do local, o que aumenta ainda mais as suspeitas em torno do caso.

Outro ponto que levanta dúvidas é o desaparecimento do celular de Fabrício Borges. Segundo informações, o policial penal utilizava o aparelho no momento em que participava de uma audiência do júri por videoconferência. O telefone, que poderia conter registros importantes daquele momento, não foi localizado após a operação.

Há ainda o relato de que o quarto do policial penal foi encontrado completamente revirado depois da ação. No entanto, esse detalhe também não aparece descrito no boletim de ocorrência registrado após a operação.

Para colegas de profissão e pessoas próximas à família, a soma desses fatos levanta sérios questionamentos. O desaparecimento do celular, a exclusão das imagens da câmera de segurança, a retirada do próprio equipamento e o estado do quarto após a ação não constarem no registro oficial fazem surgir a suspeita de que a versão apresentada pode não refletir tudo o que aconteceu no local.

Diante desses elementos, cresce a pressão por uma investigação detalhada e independente que esclareça a dinâmica da operação e os acontecimentos dentro da residência.

Enquanto as respostas não surgem, uma pergunta continua ecoando entre familiares, colegas e a própria sociedade:

o que aconteceu dentro daquela casa nos minutos que desapareceram das imagens?

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