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O encontro entre o pré-candidato ao Governo de Rondônia pelo MDB, Pedro Abib, e o ex-governador Ivo Cassol (sem partido) repercutiu nos bastidores da política estadual e provocou reações entre militantes e lideranças históricas da legenda.

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A conversa, apresentada como uma troca de experiências sobre gestão pública, foi interpretada por parte da base emedebista como um gesto contraditório diante do histórico de rivalidade entre Cassol e o MDB.

Nos bastidores, integrantes do partido avaliam que, na busca por ampliar seu espaço político, Pedro Abib acabou deixando em segundo plano a trajetória do MDB e o legado de importantes lideranças da sigla, como Jerônimo Santana, Ângelo Angelin, Valdir Raupp e o senador Confúcio Moura, considerado seu principal padrinho político.

Na avaliação desses críticos, o encontro enfraquece o discurso de coerência apresentado pelo pré-candidato, que buscou aconselhamento político justamente com um histórico adversário do MDB e que permanece impedido de concorrer ao próximo pleito.

A repercussão também ganhou força nas redes sociais, onde filiados e simpatizantes da legenda passaram a questionar o significado político da aproximação.

Paralelamente, a principal prioridade do MDB é a reeleição do senador Confúcio Moura, o que pode influenciar as estratégias e futuras composições da legenda para a disputa ao Governo de Rondônia.

Até o momento, Pedro Abib não se manifestou publicamente sobre as críticas relacionadas ao encontro com Ivo Cassol.

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