As informações que circulam nas redes sociais associando a apreensão de grandes quantias em dinheiro ao presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, deputado Alex Redano, não encontram respaldo nas informações oficiais divulgadas até o momento sobre a Operação Reduto.
Conforme os dados da investigação conduzida pela Polícia Federal, com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público de Rondônia (MPRO), nenhum valor em espécie foi apreendido durante as buscas realizadas em Porto Velho ou Ariquemes.
O dinheiro apresentado pela Polícia Federal durante a operação foi localizado exclusivamente em Manaus (AM), onde também foram cumpridos mandados judiciais relacionados à investigação.
Em Rondônia, as diligências tiveram como foco a apreensão de documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais considerados relevantes para o avanço das investigações. Além disso, foram cumpridos mandados de prisão preventiva, afastamentos cautelares de servidores públicos e bloqueio judicial de bens e ativos financeiros.
Nas últimas horas, imagens do dinheiro apreendido passaram a circular nas redes sociais acompanhadas de mensagens sugerindo, sem comprovação, que os valores teriam sido encontrados em Rondônia ou em endereços ligados ao presidente da Assembleia Legislativa. Até o momento, não há informação oficial da Polícia Federal que confirme essa versão.
Assim, a afirmação de que dinheiro em espécie foi apreendido em Rondônia ou vinculado ao presidente Alex Redano não é sustentada pelas informações oficiais conhecidas até agora.
A investigação segue em andamento, e a Polícia Federal continua analisando o material apreendido para aprofundar a apuração sobre os fatos investigados.






















