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Eleição entra na reta decisiva e Hildon tenta transformar disputa de dois em briga de três pelo Governo

A cinco dias do início oficial da campanha, ex-prefeito de Porto Velho intensifica movimentações enquanto Marcos Rogério e Adailton Fúria tentam preservar vantagem construída na pré-campanha

Eleição entra na reta decisiva e Hildon tenta transformar disputa de dois em briga de três pelo Governo

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A eleição para o Governo de Rondônia está prestes a entrar em uma nova fase. A partir de domingo, 16 de agosto, começa oficialmente a campanha eleitoral e o cenário que parecia encaminhado para uma disputa concentrada entre Marcos Rogério e Adailton Fúria passa a enfrentar uma incógnita: até onde Hildon Chaves conseguirá crescer quando a campanha efetivamente chegar às ruas?

Levantamentos divulgados durante a pré-campanha colocaram Marcos Rogério e Fúria nas duas primeiras posições, enquanto Hildon apareceu em terceiro. Mas uma análise do JH Notícias sobre o atual momento político mostra que a fotografia das pesquisas ainda está longe de significar uma eleição definida.

Hildon entra na campanha carregando um ativo importante: governou Porto Velho por oito anos e deixou a Prefeitura após conseguir eleger seu sucessor, Léo Moraes, em 2024.

O desafio agora é transformar o peso político construído na Capital em votos no interior.

Do outro lado, Marcos Rogério chega à largada como candidato a ser batido. O senador liderou pesquisas divulgadas durante a pré-campanha e construiu uma ampla rede de apoios.

Adailton Fúria ocupa outra posição estratégica. Prefeito de Cacoal e candidato do PSD, Fúria mostrou força principalmente no interior e conseguiu se consolidar na segunda colocação nos principais levantamentos divulgados até agora.

É justamente essa posição que pode passar a ser pressionada.

Para chegar ao segundo turno, Hildon não precisa necessariamente ultrapassar Marcos Rogério neste primeiro momento. Seu primeiro grande objetivo é diminuir a distância para Fúria e transformar a eleição em uma disputa efetiva pelas duas vagas do segundo turno.

Os próximos 30 dias deverão responder a essa pergunta.

Se Hildon conseguir ampliar sua presença no interior sem perder força em Porto Velho, Rondônia poderá assistir a uma eleição de três candidatos competitivos.

Se isso não acontecer, Marcos Rogério e Fúria poderão consolidar a polarização desenhada durante a pré-campanha.

A campanha nem começou oficialmente.

E talvez seja justamente agora que a eleição de Rondônia comece de verdade.

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