Polícia entendeu que militar não teve a intenção de matar porque achou que a vítima era um bandido. Durval Filho foi baleado quando chegava no próprio condomínio; família da vítima vê ‘racismo’.
Uma testemunha do espancamento do congolês afirmou à polícia que tentou pedir auxílio a guardas municipais ao ver as agressões, mas os agentes se negaram a ajudar.