MPRO e Banda do Vai Quem Quer reforçam campanha “Não é não”

Ação de “adesivaço” no sábado (17/1) distribuiu adesivos gratuitos em veículos para ampliar a campanha contra a violência contra a mulher durante o Carnaval em Porto Velho.

Ministério Público de Rondônia (MPRO) participou, no último sábado (17/1), da ação de adesivação de veículos promovida pela Banda do Vai Quem Quer em apoio à campanha de combate à violência contra a mulher no Carnaval. A iniciativa contou com a presença da promotora de Justiça Maira Coura, que acompanhou o atendimento ao público e reforçou orientações sobre respeito, consentimento e responsabilidade durante a festa.

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Neste ano, o bloco — considerado o maior do Carnaval de rua da região Norte — é parceiro do MPRO na divulgação do protocolo “Não é não” e lançou a campanha temática: Se tem violência contra a mulher, a Banda mete a colher.

Adesivos gratuitos e mobilização no pré-Carnaval

O objetivo do “adesivaço” foi adesivar gratuitamente veículos para ampliar a divulgação da campanha junto aos foliões e à população que acompanha a Banda. Como forma de agradecimento, os participantes receberam um abadá para o dia do desfile na avenida e também uma muda de planta.

Enquanto os motoristas aguardavam a adesivação, a promotora Maira Coura conversou com os participantes sobre direitos e responsabilidades, destacando que o Carnaval deve ser marcado por alegria, mas também por respeito, prevenindo situações constrangedoras e episódios de violência.

Protocolo “Não é não” e a importância do consentimento

O MPRO reforça que, por ser uma festa popular e democrática, o Carnaval exige atenção redobrada para garantir um ambiente seguro, especialmente para as mulheres. Nesse contexto, o protocolo “Não é não” é apresentado como ferramenta para reforçar que consentimento é regra e que insistências podem configurar assédio e violência.

O Carnaval é uma época festiva, para celebrar com a família e amigos. Aproveitar a festa é importante, mas deve ser celebrado com responsabilidade. Quando uma mulher diz não, qualquer insistência é desrespeito. Qualquer passo além pode ser considerado violência. Denuncie!”, destacou a promotora.

Canais de denúncia

Em caso de assédio, violência ou situação de risco, os canais divulgados são:

  • 190 – Polícia Militar
  • 127 – Ouvidoria do MPRO
  • Ouvidoria do MPRO (WhatsApp) – (69) 999.770.180
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