O grupo planejava os crimes com antecedência e distribuía funções específicas entre os membros, utilizando veículos próprios para o transporte dos cabos até os pontos de revenda
De acordo com as investigações da PF, o grupo investigado cobrava até R$ 80 mil por pessoa para realizar a travessia ilegal, utilizando rotas clandestinas
Durante a reunião, Delegado Camargo foi enfático ao cobrar providências imediatas do Governo do Estado, destacando que a situação ultrapassa a esfera administrativa e financeira