O caso teve início em outubro de 2023, quando Ivo Cassol ajuizou uma ação rescisória no TJ-RO, visando anular uma decisão da 1ª Câmara Especial do tribunal
Policiais do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação (BPTAR) estavam em patrulhamento na área, conhecida pelo frequente tráfico de entorpecentes
As vítimas, que na época tinham entre 11 e 14 anos, foram submetidas a atos libidinosos diversos da conjunção carnal, incluindo toques indevidos no corpo