NAUFRÁGIO À VISTA – Com Expedito Netto, PT corre o risco de repetir vexame de Célio Lopes em 2026

O candidato forasteiro gastou quase R$ 4 milhões para perder

A cada dia que passa, o que antes parecia improvável vai se tornando uma realidade cada vez mais visível: o nome de Expedito Netto desponta como provável candidato do PT ao governo de Rondônia. A movimentação expõe o momento de fragilidade de uma legenda que já alçou diversos nomes ao estrelato político rondoniense, mas que hoje não consegue eleger sequer um vereador na capital.

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Ao apostar novamente em um candidato considerado “forasteiro”, o PT corre o sério risco de repetir um fracasso retumbante, perdendo votos inclusive dentro da própria base — cenário semelhante ao vivido com Célio Lopes (PDT) na disputa pela prefeitura de Porto Velho no pleito de 2024.

Naquela ocasião, em vez de lançar um nome identificado com o partido, o PT optou por apoiar o então desconhecido advogado Célio Lopes, que, ironicamente, havia ocupado cargo político durante o governo Bolsonaro. Ainda assim, para a cúpula petista, bastava carimbar seu nome como candidato, mesmo sem qualquer identificação orgânica com a militância ou a base histórica da legenda.

O resultado da empreitada foi desastroso. Apesar de contar com uma estrutura robusta de campanha e mais de R$ 3,5 milhões em recursos, Célio Lopes não conseguiu se viabilizar eleitoralmente, protagonizando um dos maiores vexames da esquerda na capital rondoniense.

Insistindo em “dar murro em ponta de faca”, o PT de Rondônia corre o risco de sair do processo eleitoral de 2026 ainda mais enfraquecido do que já entra.

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