O encerramento da janela partidária deste ano, na última sexta-feira (3), provocou uma verdadeira reorganização na Assembleia Legislativa de Rondônia. O período, previsto na legislação eleitoral, permite a troca de partido sem perda de mandato e, desta vez, movimentou nada menos que 14 deputados estaduais.
Com as mudanças, o Partido Liberal (PL) passou a liderar com a maior bancada da Casa, reunindo sete parlamentares. Entre os nomes estão Alan Queiroz, Dra. Taíssa, Ezequiel Neiva, Lucas Torres, Luizinho Goebel, Nim Barroso, além de Jean Mendonça, que já integrava a sigla.
Na sequência, o Partido da Renovação Democrática (PRD) também ganhou força e formou uma das maiores bancadas, com seis deputados. Permaneceram na legenda após a fusão entre Patriota e PTB nomes como Ribeiro do Sinpol, Pedro Fernandes e Edevaldo Neves. Já Jean Oliveira, Lebrinha e Rosângela Donadon chegaram ao partido durante a janela.
A federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP), também se consolidou entre os principais blocos. Cirone Deiró e Ieda Chaves mantiveram vínculo com o União Brasil, enquanto Ismael Crispin ingressou no grupo durante o período de mudanças.
Outras siglas seguem com representação menor, mas ainda relevantes no equilíbrio político da Casa. O PSD conta com Cássio Gois, Laerte Gomes e Eyder Brasil. O Republicanos permanece com Alex Redano, atual presidente da Assembleia Legislativa. Já o Podemos passou a ter como representante o Delegado Camargo.
A Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PC do B, manteve sua representação com a deputada Cláudia de Jesus.
Partidos como Novo e Avante também passaram a ter representantes na Assembleia após as movimentações. O Novo recebeu Luis do Hospital, enquanto o Avante passou a contar com o deputado Marcelo Cruz.
Com a nova configuração, o cenário político estadual ganha novos contornos e deve impactar diretamente as articulações para as eleições que se aproximam. A redistribuição de forças dentro da Assembleia reforça o peso de algumas siglas e abre espaço para novas alianças no tabuleiro político de Rondônia.






















