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Após anos de espera, obra de R$ 40 milhões avança em Vilhena e promete transformar acesso ao Cone Sul de Rondônia

Construção de viaduto na BR-364 entra em nova etapa após paralisações; empreendimento busca melhorar a segurança e a mobilidade de milhares de motoristas que circulam pela região.

Após anos de espera, obra de R$ 40 milhões avança em Vilhena e promete transformar acesso ao Cone Sul de Rondônia

Porto Velho (RO) — Depois de anos de expectativas, atrasos e dificuldades técnicas, uma das obras rodoviárias mais aguardadas do Cone Sul de Rondônia voltou a avançar. A construção do complexo viário no acesso a Colorado do Oeste, em Vilhena, movimenta um investimento estimado em R$ 40 milhões e poderá representar uma mudança importante para quem depende diariamente das rodovias da região.

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A obra, executada sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), contempla a construção de um viaduto, melhorias nos acessos e implantação de faixas adicionais.

O empreendimento ganhou novo ritmo após a retomada dos serviços em 2026, superando parte dos obstáculos que provocaram sua paralisação.

Uma espera que atravessou anos

O projeto foi concebido para melhorar a ligação entre a BR-364 e as rodovias de acesso aos municípios do Cone Sul.

Entretanto, a execução enfrentou dificuldades relacionadas à adequação do projeto e à necessidade de realocação de estruturas da rede de energia elétrica.

A paralisação chegou a provocar cobranças no Congresso Nacional.

Em julho de 2025, a Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou requerimento para investigar os motivos da interrupção dos trabalhos.

Na ocasião, também foram solicitados esclarecimentos ao DNIT sobre os entraves técnicos e os custos envolvidos.

Obra entra em nova etapa

De acordo com informações apresentadas pelo jornalista Sérgio Pires, com base em dados do engenheiro Emanuel Nery, do DNIT, a construção avançou recentemente para a concretagem da laje do viaduto e o início da pavimentação dos acessos.

O investimento atualizado, estimado em R$ 40 milhões, inclui não apenas a estrutura elevada, mas também intervenções nas vias próximas.

O projeto contempla aproximadamente um quilômetro de acessos e quase três quilômetros de faixas adicionais.

A empresa Madecon é apontada como responsável pela execução do empreendimento.

A previsão mencionada é de conclusão em meados de 2027, embora o cronograma definitivo ainda precise ser confirmado pelo DNIT.

Segurança para quem depende da estrada

A importância da obra vai além da construção de uma estrutura de concreto.

O trecho recebe veículos de passeio, motocicletas, ônibus e caminhões utilizados no transporte de mercadorias e produtos agrícolas.

Para motoristas que percorrem a região, a organização dos acessos e a melhoria das condições de circulação representam fatores importantes para a segurança rodoviária.

A expectativa é que o complexo viário contribua para reduzir conflitos entre veículos e facilitar deslocamentos entre Vilhena, Colorado do Oeste e outros municípios do Cone Sul.

Motoristas precisam ficar atentos aos desvios

Enquanto as obras avançam, a circulação exige cuidados redobrados.

A Polícia Rodoviária Federal informou, no dia 27 de outubro, alterações temporárias no trânsito da BR-364, na altura do quilômetro 27, em Vilhena.

As mudanças atingem a interseção utilizada por motoristas que seguem para Colorado do Oeste e Pimenta Bueno.

A orientação é reduzir a velocidade, respeitar a sinalização provisória e manter atenção à presença de trabalhadores e máquinas na pista.

Investimento precisa ser acompanhado até a entrega

Embora o avanço das obras represente uma notícia positiva, a conclusão do empreendimento ainda depende da continuidade dos serviços e do cumprimento das etapas previstas.

O histórico de paralisações reforça a importância do acompanhamento dos prazos, dos investimentos e da qualidade da execução.

Para a população do Cone Sul, o que está em jogo não é apenas a entrega de um viaduto, mas a melhoria de uma ligação rodoviária estratégica para a economia regional.

Depois de anos de espera, a expectativa é que o investimento finalmente se transforme em mais segurança, mobilidade e melhores condições de deslocamento para os rondonienses.

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