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Um estudo feito pelo Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) e que será apresentado na atual Conferência do Clima (COP24), na Polônia, mostra que o desmatamento no Brasil vem avançando mesmo sobre as unidades de conservação, teoricamente protegidas por lei.

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Entre 2010 e 2012, foram 19 as Unidades de Conservação que sofreram redução de limite ou de proteção por conta de empreendimentos de geração ou transmissão de energia. A partir de 2012, com a aprovação do novo Código Florestal, que perdoava parte do desmatamento ilegal, a perda de vegetação nessas áreas protegidas avançou em ritmo recorde.

A região Norte concentra 340 unidades de conservação, e as mais atingidas foram as de Jamanxim e Triunfo do Xingu, no Pará, e as de Rio Pardo, Rio Preto-Jacundá e Jaci-Paraná, em Rondônia. Os dois estados desmataram mais do que a soma de todos os outros da Amazônia.

Estima-se que a criação e manutenção de Unidades de Conservação no Brasil previnem emissões anuais de pelo menos 2,8 bilhões de toneladas de carbono, o que colabora no combate às mudanças climáticas. As áreas protegidas também têm potencial turístico que poderia gerar um impacto econômico de aproximadamente R$ 2,2 bilhões, sendo capazes de acomodar 20 milhões de visitantes por ano.

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