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Um estudo publicado na revista Neurology revela que a prática regular de exercício físico pode diminuir em 25% o risco de desenvolver a Doença de Parkinson. A pesquisa acompanhou mais de 95 mil mulheres ao longo de 30 anos.

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De acordo com o estudo, atividades físicas como andar de bicicleta, caminhar, praticar esportes e até mesmo a limpeza têm efeitos positivos na prevenção dessa doença.

Alexis Elbaz, principal autor do estudo, destaca que o exercício é uma forma acessível de melhorar a saúde em geral. O estudo analisou a ligação entre atividades físicas e o risco de desenvolver Parkinson em diferentes grupos de voluntárias, e o grupo com maior nível de atividade física apresentou um risco 25% menor.

Elbaz ressalta que as descobertas não estão relacionadas aos primeiros sintomas da doença, mas sim ao benefício do exercício na prevenção ou retardamento do seu desenvolvimento.

A Doença de Parkinson é caracterizada por tremores, instabilidade postural, rigidez articular e lentidão nos movimentos. Além disso, há sintomas não motores como perda do olfato, distúrbios do sono, problemas intestinais e depressão. Estima-se que 1% da população mundial acima de 65 anos tenha a doença, e no Brasil cerca de 200 mil pessoas são afetadas por ela.

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