ELE ESTÁ DE VOLTA – Filiação ao PSD ressuscita candidatura de Marcos Rocha ao Senado

Governador deve integrar frente política capitaneada por Adailton Fúria

A filiação do governador Marcos Rocha ao PSD, anunciada na última semana, foi o primeiro sinal concreto de que ele deverá deixar o governo em abril para disputar uma cadeira no Senado, mesmo após declarações anteriores de que permaneceria no cargo até o fim do mandato.

Com a saída de Expedito Netto, que levou consigo a ala mais alinhada à esquerda do PSD para o PT, o caminho de Rocha dentro do partido ficou mais livre. Agora, sob o comando de Expedito Júnior, o governador passa a contar com uma nominata mais robusta, sem a necessidade de “pedir bênção” à cúpula nacional do União Brasil, onde já ficou evidente que não desfrutava de grande prestígio político.

Inserido em uma frente política articulada em torno da pré-candidatura de Adailton Fúria ao Governo de Rondônia, Marcos Rocha deverá levar consigo nomes estratégicos de sua base, incluindo ex-secretários de governo. Entre eles estão Luana Rocha, sua esposa, Sandro Rocha, seu irmão, além do coronel Regis Braguim, Elias Rezende, entre outros aliados.

Essa movimentação tem potencial suficiente para ressuscitar uma candidatura que já era considerada politicamente inviável: a de Marcos Rocha ao Senado. Com novo abrigo partidário e um cenário menos hostil, o governador volta ao jogo eleitoral em posição competitiva.

Agora, resta acompanhar os próximos capítulos desse rearranjo político que promete movimentar o tabuleiro eleitoral de 2026 em Rondônia.

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