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Porto Velho começa a viver uma mudança importante na sua logística e mobilidade. Duas obras consideradas estratégicas para o acesso à Capital avançam ao mesmo tempo e devem impactar diretamente o trânsito, principalmente de veículos pesados.

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A primeira delas já está em andamento e tem previsão de conclusão ainda em 2026. Trata-se da recuperação das duas pontes sobre o rio Candeias, na divisa do município. Uma das estruturas está sendo totalmente reconstruída pelo DNIT e ainda passa por etapas técnicas importantes. Já a chamada “Ponte Velha”, que chegou a ser considerada comprometida, está sendo revitalizada pelo Consórcio Nova 364 e deve ser entregue antes da outra.

A nova ponte terá um diferencial importante: será do tipo estaiada, com cabos de aço ligados a uma torre central, garantindo maior resistência e durabilidade. O modelo é considerado moderno e mais seguro, sendo utilizado em grandes obras de engenharia no país.

Enquanto isso, outra intervenção de grande porte começa a sair do papel. O chamado Anel Viário de Porto Velho, conhecido como Expresso Porto, terá sua ordem de serviço assinada nesta segunda-feira, 4 de maio.

A obra está orçada em cerca de R$ 260 milhões e terá prazo estimado de dois anos para conclusão. Ao todo, serão aproximadamente 35 quilômetros de pavimentação, ligando a BR-364, na altura do Hospital das Irmãs Marcelinas, até a região portuária da Capital.

O trecho mais crítico compreende cerca de 17 quilômetros, conectando a rodovia federal aos principais acessos urbanos, onde hoje há grande fluxo e desgaste da malha viária.

A expectativa é que o novo trajeto retire uma quantidade significativa de caminhões da avenida Jorge Teixeira, trecho urbano da BR-319, um dos pontos mais sobrecarregados da cidade.

A antecipação da autorização da obra também tem componente político. A medida ocorre com cerca de quatro anos de antecedência em relação ao cronograma inicialmente previsto, após articulação e pressão do prefeito Léo Moraes, que tem defendido a necessidade urgente de desafogar o trânsito pesado na Capital.

Com as duas pontes em fase avançada e o Anel Viário prestes a começar, Porto Velho caminha para resolver um dos seus principais gargalos logísticos, melhorando o acesso, reduzindo o trânsito urbano e criando uma nova dinâmica para o transporte de cargas na região.

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