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O Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), obteve, cautelarmente, o afastamento das funções públicas de Auditor Fiscal da SEFIN/RO e de Conselheiro do Tribunal Administrativo de Tributos Estaduais – TATE investigado por supostamente receber mensalmente propina para garantir proteção de fiscalizações às plantas frigoríficas da empresa beneficiada com o esquema.

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Tais fatos foram relatados por representantes de uma das maiores empresas de proteína animal do mundo em sede de acordo de colaboração premiada firmado junto ao Supremo Tribunal Federal, o qual deu início a Procedimento investigatório Criminal, junto ao GAECO/RO, em desfavor de outros servidores públicos, advogados e escritório de contabilidade, pela suposta prática de crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, associação criminosa entre outros, ensejando várias medidas cautelares.

O afastamento do Auditor fiscal se mostrou adequado em razão da gravidade dos delitos sob apuração e buscou evitar possíveis interferências nas investigações da Operação denominada “BOI GORDO” que foi iniciada em virtude de fatos investigados conexos e correlatos revelados nas denominadas Operações Greenfield, Sépsis, Cui Bono (Lava Jato) e Carne fraca.

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