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Domingo, 16/01/2022

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INUSITADO – Mulher compra mini-porca, que chega a 250kg: “Achei que não cresceria”

Com três anos, Lilica tem o próprio colchão, passeia na rua e é tratada como pet. Dona já recebeu ofertas para vendê-la, mas se recusa

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Em Peruíbe, litoral sul de São Paulo, Rosângela Martins dos Santos tem como “pet” um animal um tanto incomum: Lilica, uma porca de 250 quilos. Ela comprou o animal achando que seria uma mini-porca, que não passaria de alguns centímetros e pesaria algo em torno de 30 quilos.

Mas os meses foram passando, a porca foi crescendo, e agora mede 1,6 metro e ocupa um colchão de solteiro sozinha. Tudo começou quando Rosângela foi na casa de uma amiga e conheceu Baby, uma porca que a amiga também achava que era mini.

Encantada com a mini-porca, a mulher não pensou duas vezes e comprou a irmã de Baby, Lilica.

“Quando eu vi, eu fiquei louca, falei ‘ah que coisinha linda’, perguntei onde ela arrumou. Ela disse que era daquelas porquinhas que não crescem, um cara amigo dela que vendeu. Aí eu fui lá no cara que estava vendendo. Eu perguntei: ‘você tem certeza que ela vai ficar pequenininha?’ Aí ele falou ‘vai sim’. Então eu achei que não ia crescer”, contou ao Metrópoles.

“Eu trouxe a Lilica, comecei a cuidar dela dentro de casa, ela dormindo no sofá, brincando com os cachorros, aí ela foi crescendo e já tinha passado do tamanho que ele tinha falado. Aí eu fui na casa da minha amiga, e a Baby também tinha crescido, e a amiga falou que a venderia. Aí eu falei pra ela: ‘ah, eu não vou vender a minha não, porque eu não sei o que vão fazer com ela, se vão matar’”, relembra.

Porca come frutas e dorme em quarto
E a porca, que na realidade não era mini, ficou na família até agora, e é criada como animal de estimação. Com três anos, Lilica passeia na rua, aprendeu a fazer as necessidades em locais específicos, gosta de comer frutas e legumes e de dormir no mesmo quarto que seus donos, segundo a dona.

Rosângela diz que, quando o animal cresceu, pessoas se ofereceram para comprá-la – mas ela se nega a vender. “Vender? Vender para quê? Para comer? Ah não, minha porca não está à venda. Se quiser comer porco, leitão, vai no frigorífico, porque aqui ela é de estimação. E eu falo pra Lilica, ‘ninguém vai comer você’”, rebate.

A “mãe” de Lilica fala com orgulho da porquinha e de suas peripécias. “A Lilica aprendeu a abrir geladeira, quebrou todos os vidros da minha geladeira para procurar a xepa dela. Quando ela vai lá e escuta o barulho do alarme da geladeira, ela sai correndo. Ela é muito esperta, mas se invocar que não vai entrar em casa, você pode matar ela, ela empaca e não entra”, conta.

“Ela é limpinha, não faz uma sujeira fora do lugar. Os cachorros são mais porcos do que ela”, brinca.

Segundo Rosângela, Lilica come cerca de cinco quilos de comida por dia, que é baseada em frutas e legumes. “Eu faço uma bacia de batata doce, banana, maçã, goiaba, caqui, pêssego, mandioca, milho verde, tomate”, relata. “Agora tem coisas que ela não come. Manga, pêra, melão, melancia ela não come, pode colocar que ela não come, verdura também não”.

Lilica faz sucesso na vizinhança e agora, conta a dona, está “em alta” por causa da vitória do Palmeiras na Libertadores da América. “Os vizinhos adoram ela, todo mundo conhece Lilica, vêm aqui no portão perguntar. As crianças vêm no meu portão perguntar da Lilica. Aqui todo mundo é santista, mas no sábado veio um palmeirense aqui fazer visita, aí quando o Palmeiras ganhou, tirou uma foto com ela com a camisa do Palmeiras”, conta.

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Por Metrópoles

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