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RETROSPECTO – Brasil completa quatro anos desde o início da pandemia de COVID-19

Com mais de 37 milhões de casos e 700 mil mortes, o país enfrentou desafios e momentos críticos desde o primeiro diagnóstico em São Paulo.
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Em 26 de fevereiro de 2020, o Brasil confirmou seu primeiro caso de COVID-19 na cidade de São Paulo, marcando o início de uma jornada tumultuada e desafiadora que se estendeu por quatro anos. Desde então, o país tem enfrentado uma batalha contra a pandemia, com seus altos e baixos, desafios de saúde pública e impactos socioeconômicos significativos.

Menos de um mês após o primeiro caso, em março de 2020, o Ministério da Saúde declarou estado de transmissão comunitária em todo o território nacional. Desde então, foram confirmados impressionantes 37.553.337 casos e lamentáveis 702.421 mortes, conforme dados registrados até 9 de março de 2024.

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A resposta do Brasil à pandemia foi marcada por uma série de abordagens e posicionamentos, com destaque para as diferentes estratégias adotadas pelos líderes políticos. Enquanto o então ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta alinhava-se às orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), promovendo medidas como o distanciamento social para “achatar a curva” de contágio, o presidente Jair Bolsonaro adotou uma postura controversa, minimizando os efeitos da doença e entrando em conflito com autoridades estaduais por discordar das medidas de distanciamento social.

Essa resposta divergente do governo federal e as críticas à sua gestão levaram à instauração da CPI da COVID-19 pelo Senado Federal, visando investigar ações e omissões no combate à pandemia.

Ao longo dos quatro anos, o sistema de saúde enfrentou desafios sem precedentes, com crises sanitárias em 2021, incluindo mortes em filas de espera por leitos e alertas sobre desabastecimentos de oxigênio e produtos de intubação. Na esfera econômica, a pandemia interrompeu a recuperação econômica, afetando diretamente o emprego e a renda da população, enquanto na educação, alunos em fase de alfabetização foram prejudicados devido às medidas de restrição.

A evolução da pandemia foi marcada por “ondas” ou fases mais ou menos evidentes, impulsionadas por variantes do vírus. O país enfrentou uma série de picos, como na primeira onda em 2020 e na segunda onda em março de 2021, impulsionada pela variante gama. A vacinação teve início no início de 2021, mas uma terceira escalada da doença ocorreu em 2022 com a variante ômicron. Atualmente, o país enfrenta desafios relacionados à subvariante BQ.1 da ômicron.

Enquanto o Brasil reflete sobre os quatro anos de luta contra a pandemia, é crucial aprender com as lições do passado para enfrentar os desafios futuros e trabalhar em direção a um futuro mais seguro e saudável para todos os brasileiros.

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