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O Tribunal de Justiça de Rondônia proferiu uma decisão nesta quarta-feira (24.07.2024) que suspende os efeitos de uma condenação colegiada que poderia impedir o vereador de Porto Velho, Jurandir “Bengala” (PL), de participar das próximas eleições municipais. A decisão, tomada pelo relator do feito, garantiu a viabilidade da candidatura do vereador.

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Jurandir havia sido condenado por ato de improbidade administrativa durante seu mandato como presidente da Câmara Municipal. Conforme a legislação eleitoral vigente, essa condenação poderia resultar em sua inelegibilidade, impossibilitando sua participação nas eleições.

Tribunal de Justiça de Rondônia suspende inelegibilidade de vereador em Porto Velho
Jurandir “Bengala”

No entanto, o relator decidiu suspender os efeitos da condenação, argumentando que a discussão nos autos girava em torno de um ponto relevante: a retroatividade mais benéfica da nova redação da Lei de Improbidade Administrativa (14.230/21). Esse entendimento foi crucial para a suspensão da inelegibilidade do vereador.

Os advogados de defesa de Jurandir, Nelson Canedo (RO) e Marilda Silveira (DF), celebraram a decisão, afirmando que ela elimina qualquer dúvida sobre a plena viabilidade do registro de candidatura de “Bengala” perante a justiça eleitoral. “A decisão do Tribunal de Justiça de Rondônia confirma que nosso cliente está apto a concorrer nas próximas eleições municipais, assegurando sua participação democrática no processo eleitoral”, declararam os causídicos.

Com a suspensão da inelegibilidade, Jurandir “Bengala” pode seguir com sua campanha para as eleições municipais de 2024, reforçando seu compromisso com os eleitores de Porto Velho. A decisão do Tribunal de Justiça é um marco importante na trajetória política do vereador, que agora tem a oportunidade de continuar seu trabalho em prol da comunidade.

A nova redação da Lei de Improbidade Administrativa, mencionada na decisão, trouxe mudanças significativas que beneficiam casos como o de Jurandir, ressaltando a importância de atualizar e reinterpretar a legislação para garantir justiça e equidade nos processos judiciais.

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