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Aleks Palitot acompanha segunda rodada de negociações entre Executivo e Sintero

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Aleks Palitot acompanha segunda rodada de negociações entre Executivo e Sintero

              

O Professor Aleks Palitot participou na manhã desta segunda-feira (19), de uma reunião com o Prefeito Hildon Chaves e a Diretoria do Sintero para discutir a pauta de reivindicação dos trabalhadores da Educação de Porto Velho, que ameaçam paralisação das atividades caso não haja um consenso.

De acordo com informações da prefeitura, a greve deflagrada em nível estadual afeta um percentual de 5% das 134 unidades educacionais da rede municipal de ensino que aderiram de forma parcial, porém o sindicato promete uma maior mobilização caso o Executivo não negocie os termos para o acordo.

O Professor Aleks Palitot interveio a favor dos professores e pediu ao prefeito para avaliar, que não correndo o risco de ultrapassar a folha de pessoal, pudesse ao menos verificar nesse momento um retorno para os servidores da educação como forma de benefício a partir da verba de custeio.

Presentes à reunião o secretário de Educação Marcos Aurélio Marques; o de Planejamento, Luiz Guilherme; o adjunto de Administração, Álvaro Luiz Mendonça; o da Fazenda, João Altair e o Assessor jurídico, Antônio Figueiredo acompanharam a detalhação das despesas feitas pelo prefeito com a exposição dos números da Secretária Municipal de Educação.

De acordo com Hildon Chaves, não há mistérios referente aos cálculos, pois a intenção é deixar a administração municipal transparente e sugeriu ainda durante o encontro a criação de uma comissão constituída pelo Sintero e Semed para cortar despesas de custeio com criação de uma margem que permita o cumprimento do acordo.

Na capital nesta terça-feira (20), os trabalhadores da educação se reuniram em comitivas para distribuir panfletos nas comunidades com o propósito de esclarecer pais e alunos sobre os motivos da greve e a falta de compromisso da gestão pública municipal em solucionar a questão.

Para o prefeito há duas alternativas, cortar despesas e aumentar a receita, porém não há como prever a receita e os gastos nos próximos meses, motivo pelo qual não se compromete, pois o cenário parece negativo devido a implicações com a Lei de responsabilidade Fiscal, caso ouse ir além do reajuste do ano passado de 3,51% divididos em três parcelas de 1,17%, a primeira paga em setembro de 2017, a segunda em maio deste ano e a última em setembro de 2018.

Fonte: Assessoria

              

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