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NA CADEIA – Acir Gurgacz afirma que é preso político em nota enviada à imprensa

Ademais, persiste a indignação diante de condenação absurda do avalista de um empréstimo de empresa, ocorrido em 2003, há 15 anos, e reconhecido como regular e totalmente pago ao Banco.


Postado em 11/10/2018 às 09h18min • Atualizado 09h19min

NA CADEIA – Acir Gurgacz afirma que é preso político em nota enviada à imprensa
Brasília - O relator, senador Acir Gurgacz, durante entrega seu parecer sobre pedido do TCU para rejeição de contas do governo de 2014, à presidente da CMO, senadora Rose de Freitas (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Preso nesta última quarta-feira (10), condenado há mais de três anos de prisão por crime de fraude contra o sistema financeiro, o senador pelo estado de Rondônia, Acir Gurgacz (PDT), alegou através de nota enviada à imprensa que está sendo alvo de perseguição política e quem está sendo preso é o “político” e não o “empresário”.

“…está claro que quem está sendo condenado é o político – senador e candidato ao governo de Rondônia – e não o empresário ou a empresa – que pagaram todos os débitos, sendo que nem os gestores do contrato nem os outros três avalistas foram penalizados…”, diz trecho da nota.

Ha menos de duas semanas  Acir Gurgacz era o segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto para o cargo de governador do estado de Rondônia, seu nome foi para a urna, porém seus votos recebidos sequer chegaram a ser validados.

Confira nota na íntegra:

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) aguarda decisão sobre um novo pedido de suspensão da ordem de prisão e de revisão da pena, já formulado ao Pleno do Supremo Tribunal Federal (STF).

A defesa do senador considera que foram queimadas etapas importantes no julgamento na Primeira Turma do STF, violando-se o princípio constitucional do direito à ampla defesa e ao contraditório, com a negativa monocrática dos recursos e a ordem antecipada de prisão contra parlamentar.

Ademais, persiste a indignação diante de condenação absurda do avalista de um empréstimo de empresa, ocorrido em 2003, há 15 anos, e reconhecido como regular e totalmente pago ao Banco.

Para Gurgacz, está claro que quem está sendo condenado é o político – senador e candidato ao governo de Rondônia – e não o empresário ou a empresa – que pagaram todos os débitos, sendo que nem os gestores do contrato nem os outros três avalistas foram penalizados.

Por JH Notícias



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