Publicidade

Na quarta-feira (17) foi realizado em Porto Velho o lançamento do projeto: “Fortalecimento da capacidade local em prevenção das IST, HIV/Aids e Hepatites Virais em região de Fronteira para populações-chave e prioritárias, no contexto da covid-19 em Rondônia”, implementado pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/MS).

Publicidade

O evento realizado no decorrer de dois dias (17 e 18) é uma oportunidade para as equipes discutirem as ações de prevenção e combate às IST, HIV/Aids e Hepatites Virais em nove municípios rondonienses.

Na abertura da solenidade, o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima, destacou a importância da realização das ações integradas. “Nosso Estado é grande e os desafios são superlativos. Estamos atuando, planejando e construindo estratégias para combater as endemias. Ficamos muitos meses focados na covid-19, mas estamos atentos, pontou.

Ninguém vence uma guerra nenhuma sem ter estratégia, uma rotina de trabalho e o mais importante: ninguém é melhor que todos nós juntos”, ressaltou o diretor.

A gerente técnica de Epidemiologia, Maria Arlete Baldez, explicou que foram selecionados nove municípios para que seja trabalhado o projeto de fronteira. “Elencamos municípios que fazem parte de quatro Regionais de Saúde que estão na fronteira”.

No evento foram discutidos prevenção e combate às IST, HIV/Aids e Hepatites Virais

Os nove municípios selecionados são: Alto Alegre dos Parecis, Alta Floresta d’Oeste, Cabixi, Costa Marques, Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Pimenteiras do Oeste, Porto Velho e São Francisco do Guaporé.

O representante da Organização Pan-Americana da Saúde, Marcelo Freitas, ressaltou a ação integrada entre as equipes que atuam na Epidemiologia na Agevisa. “Rondônia tem um time maravilhoso, vemos comprometimento dos técnicos em todos as atividades; as equipes abraçam as propostas com muita força e energia, por isso só temos a agradecer. Além do compromisso com o projeto, nós da OPAS nos colocamos disponíveis para todo e qualquer suporte”.

A secretária adjunta municipal de Saúde de Porto Velho, Marilene Penatti, falou da necessidade de se ajustar os indicadores relativos ao controle e prevenção às IST, HIV/Aids e Hepatites Virais no município, em decorrência do lapso de dois anos. “Os indicadores são ruins, mas estamos trabalhando para ajustar essa realidade. A ideia é alcançar um maior número de pessoas com ações de saúde. O Sistema Único de Saúde (SUS) precisa ser estendido para todos”, reforçou.

A secretária municipal de Saúde de São Francisco, Vera Lúcia Quadros, também participou da composição da mesa das autoridades.

Publicidade
Publicidade

Você também vai querer ler...

Lesão corporal em Porto Velho deixa homem ferido

Deixe um comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.