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A cientista brasileira Angelita Habr-Gama, professora emérita da Universidade de São Paulo (USP), entrou na lista dos 2% de cientistas mais influentes do mundo.

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O ranking foi elaborado no fim de 2021 pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, em parceria com a editora Elsevier BV, e divulgado nas últimas semanas.

A pesquisadora de 89 anos é cirurgiã coloproctologista, formada pela Faculdade de Medicina da USP.

Angelita foi a primeira mulher a fazer residência em cirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), além de ser considerada pioneira em diversas áreas da medicina.

A médica tem mais de 50 prêmios científicos nacionais e internacionais. Além disso, é membro honorário de oito associações mundiais e de diversas sociedades de coloproctologia, de países como Brasil, Chile, Paraguai e Equador.

Angelita também foi presidente da Sociedade Brasileira e da Sociedade Latinoamericana de Coloproctologia, e do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva. Em 2006, ganhou o prêmio Forbes de Mulheres Mais Influentes do Brasil.

Em 2020, a cientista foi contaminada pelo coronavírus e passou cerca de 50 dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.

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