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Os deputados Lúcio Mosquini (MDB) e Thiago Flores (REPU) não participaram da votação que sustou a ação penal que estava tramitando no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o deputado Gustavo Gayer (PL-GO).

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A suspensão dessa ação penal foi considerada uma vitória da direita brasileira no que diz respeito à proteção dos congressistas ao seu direito de liberdade de expressão, uma vez que o processo foi movido após Gayer publicar um vídeo inconformado com o resultado da eleição da Mesa do Senado, no qual tece diversas críticas (consideradas ofensivas) ao STF.

Apresentada como Sustação de Andamento de Ação Penal (SAP), a matéria foi aprovada com 268 votos favoráveis, enquanto 167 deputados votaram contra a proposta.

Com exceção de Mosquini e Flores, todos os outros deputados da bancada votaram favoravelmente ao texto.

Vale destacar que Mosquini registrou presença na sessão, mas mesmo assim não participou da votação.

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