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Caixa Econômica Federal iniciou nesta segunda-feira (18) o pagamento da parcela de maio do Bolsa Família para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Neste mês, cerca de 19,1 milhões de famílias serão contempladas pelo programa de transferência de renda do governo federal.

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Além do calendário tradicional, o pagamento será realizado de forma unificada em municípios de nove estados brasileiros que enfrentam situação de emergência ou calamidade pública. Nesses locais, os beneficiários poderão sacar o valor independentemente do número final do NIS.

A medida atende famílias dos estados do Amazonas, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe, ampliando o acesso ao benefício em regiões afetadas por desastres naturais ou dificuldades sociais.

O valor mínimo do Bolsa Família continua sendo de R$ 600 por família, além dos benefícios adicionais criados para atender grupos específicos. O programa também garante pagamentos extras para mães de bebês, gestantes e famílias com crianças e adolescentes.

Entre os complementos disponíveis está o Benefício Variável Familiar Nutriz, que oferece seis parcelas de R$ 50 para mães com filhos de até seis meses de idade. Há ainda um adicional de R$ 50 para famílias com gestantes e jovens entre 7 e 18 anos, além de um benefício de R$ 150 destinado a famílias com crianças de até 6 anos.

O pagamento segue o modelo tradicional do programa, realizado nos últimos dez dias úteis de cada mês. As famílias podem consultar datas, valores e composição das parcelas diretamente pelo aplicativo Caixa Tem, utilizado para movimentação das contas poupança digitais da Caixa.

Outro ponto importante do programa é a chamada regra de proteção, que segue beneficiando cerca de 2 milhões de famílias neste mês. A medida permite que famílias que aumentaram a renda após conseguir emprego continuem recebendo 50% do valor do benefício por um período determinado.

Criada em 2023, a regra buscou reduzir o impacto da perda imediata do auxílio para trabalhadores que passaram a ter renda formal. Inicialmente, o período de permanência era de até dois anos. Desde junho do ano passado, o prazo foi reduzido para um ano, mas famílias que ingressaram na regra até maio de 2025 continuam protegidas pelo período anterior.

O governo federal também mantém outra mudança implementada recentemente: desde 2024, beneficiários do Bolsa Família não sofrem mais desconto relacionado ao Seguro Defeso, benefício pago a pescadores artesanais durante o período da piracema.

A atualização faz parte das alterações previstas na Lei 14.601/2023, responsável pela retomada oficial do Programa Bolsa Família e pela reformulação das regras de proteção social voltadas às famílias em situação de vulnerabilidade econômica.

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