A pecuarista foi executada no final de maio de 2020 em sua propriedade rural por um pistoleiro contratado pela neta do viúvo da vítima e ex-marido dela.
Previamente mancomunado, o grupo imobilizou o jovem com amarras, desferindo nele diversos golpes de faca, machadinhas e facões, arremessando pedras na cabeça da vítima e, após, decapitando-a.
Para a Promotora de Justiça que atuou no julgamento, o Júri deu uma importante resposta à sociedade, consolidando o trabalho do Ministério Público em defesa da valorização da vida.
Conforme voto do relator, a falta de quitação eleitoral caracteriza a ausência de uma das condições de elegibilidade, que é o direito de ser votado e impede o registro das candidaturas dos que se encontram nessa situação.