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A decisão tomada pelo Governo Lula (PT) através do Ministério da Educação em não dar continuidade ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares – PECIM, responsável por encaminhar recursos aos estados para manter as unidades educacionais dessa modalidade em todo o país, causou alvoroço entre os políticos rondonienses.

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Deputados, senadores e até o governador se manifestaram publicamente contra a medida através das redes sociais, porém, pouco foi esclarecido à sociedade sobre o que de fato a retirada do PECIM das ações do Executivo Federal afetaria a educação em Rondônia.

Apenas quatro unidades escolares em Rondônia contam com os recursos do PECIM, três em Porto Velho: Ulysses Guimarães, Daniel Neri e Getúlio Vargas. E uma na cidade de Guajará-Mirim: Irmã Maria Celeste.

ENTENDA – Como RO será afetada com o fim das escolas cívico-militares  

Já as escolas Tiradentes da Polícia Militar espalhadas pelo Estado nada têm a ver com o PECIM, elas são responsabilidades do Governo do Estado, ou seja, quando todos os políticos rondonienses afirmam fazer de tudo para manter as escolas cívico-militares eles estão falando de quatro escolas.

É correto afirmar que o fim do PECIM, informado ao Governo de Rondônia através de ofício encaminhado pelo Ministério da Educação à Secretaria Estadual de Educação – SEDUC nesta última semana, não afetará de forma significativa o sistema educacional cívico-militar no Estado.

A incógnita é se irá acontecer ampliação dessas escolas dentro do Estado durante os quatro anos de Lula na presidência.

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