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Farmácias Populares serão extintas e Prefeitura da Capital vai distribuir 180 medicamentos gratuitamente

Política

Farmácias Populares serão extintas e Prefeitura da Capital vai distribuir 180 medicamentos gratuitamente

Na próxima sexta-feira (9), serão extintas as duas unidades da Farmácia Popular de Porto Velho, no Centro da cidade e na Zona Leste, ficando apenas a cargo da prefeitura a dispensação dos medicamentos disponibilizados pelo programa federal através da Farmácia Popular. Somente 18 remédios da lista de 112 dispensados pelo programa eram gratuitos. Redes de farmácias conveniadas também terão os medicamentos disponíveis pelo sistema de co-pagamento.

Em coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira (6), o secretário municipal de Saúde (Semusa), Alexandre Porto, explica que “a vantagem para a população é que agora todos os medicamentos serão totalmente gratuitos, dispensados na rede pública”. Dois medicamentos ficaram a cargo do estado para a dispensação, que são o Azatioprina e o Sulfassalazina.

Outros quatro medicamentos foram retirados da lista de distribuição pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais do Ministério da Saúde. São eles o Cloreto de Na+ solução nasal, Tiabendazol, Nistatina CV, e o Salbutamol 2mg. O Cloreto de Potássio, não foi solicitado para aquisição pela Comissão Permanente de Farmácia Terapêutica do município, que não considera necessário o medicamento.

Pelo SUS, 180 medicamentos estão na lista de dispensação do município gratuitamente. Como as unidades de dispensação municipais também estarão absorvendo medicamentos psicotrópicos (que são os controlados, de tarja preta), é necessária a presença de um farmacêutico nas farmácias das unidades, o que está sendo redistribuído em termos de pessoal para as unidades. A princípio, as unidades preparadas que já estão distribuindo os medicamentos são a Policlínica Dr. Rafael Vaz e Silva e o Centro de Especialidades Médicas (CEM).

Segundo o secretário, há sete anos o repasse do MS para o município para a aquisição de medicamentos estava congelado. “O valor do repasse equivale a R$ 5,10 por habitante ao ano. Com o fechamento das farmácias, o valor sobe para R$ 5,58, no entanto o valor que recebemos de repasse já não cobre os gastos que nós temos com dispensação de medicamentos”, revela.

Considerando o total de habitantes da capital pelo último senso, Porto Velho tem 511.259 habitantes, Alexandre avalia que o valor que passará a ser repassado para a prefeitura será de pouco mais de R$ 2,6 milhões, mas a demanda nas unidades municipais deve aumentar em cerca de 100 pessoas por dia, e o aumento de menos de 10% no valor do repasse não é suficiente para os gastos com medicamentos dispensados pelo município.

“Saúde pública, se olharmos no aspecto financeiro, dificilmente vamos ter alguma atividade que vai ter superávit, a farmácia é um exemplo, UPA é outro exemplo que existe o déficit, tem que fazer a gestão. Na saúde pública cada vez a demanda aumenta e os recursos não aumentam na mesma proporção”, dispara o secretário.

Fonte: Assessoria

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