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DENGUE RECUA, MAS PERIGO CONTINUA — Porto Velho registra 57 casos em 2026 e chegada das chuvas exige atenção redobrada da população

Levantamento da Secretaria Municipal de Saúde aponta redução das notificações em relação aos anos anteriores, mas capital permanece classificada com risco médio de infestação do mosquito.

DENGUE RECUA, MAS PERIGO CONTINUA — Porto Velho registra 57 casos em 2026 e chegada das chuvas exige atenção redobrada da população

Os números da dengue apresentam uma redução importante em Porto Velho, mas a chegada do período chuvoso exige que a população mantenha os cuidados para evitar uma nova expansão da doença.

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Dados divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) mostram que a capital contabilizou 57 casos de dengue entre janeiro e 19 de outubro de 2026.

Em 2025, foram registrados 212 casos durante todo o ano, enquanto 2024 terminou com 584 ocorrências.

Embora os períodos de comparação sejam diferentes, os números indicam uma redução expressiva nos registros divulgados.

Entretanto, a redução não significa que o risco tenha desaparecido.

O Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa), realizado entre maio e junho, classificou Porto Velho como município de médio risco de infestação.

A situação merece atenção porque a água acumulada em pneus, garrafas, calhas e recipientes esquecidos nos quintais pode favorecer a reprodução do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika.

A prevenção depende de medidas simples, mas constantes, especialmente durante as chuvas.

Também é importante procurar atendimento médico diante de sintomas como febre, dores no corpo e manchas vermelhas, evitando a automedicação.

Para a rede pública de saúde, manter os casos em níveis reduzidos significa diminuir a pressão sobre os atendimentos e proteger a população contra complicações potencialmente graves.

A queda dos registros é uma notícia positiva, mas a verdadeira vitória dependerá da capacidade de Porto Velho de manter a prevenção durante todo o período chuvoso.

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